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Cobrança pela CCT

A partir do dia 21/11/2017, o SINTAPPI-MG cobrará uma taxa de R$10,00 para aquisição das Convenções Coletivas de Trabalho.

Entre contato com o Sindicato através do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou através do telefone (31) 3303-7500.

 

Fechamento das sub-sedes

Viemos a publico informar que as atividades das sub-sedes de Juiz de Fora, Montes Claros e Ouro Preto foram encerradas.
Os trabalhadores da região devem procurar a unidade Sede, através do telefone (31) 3303-7500, do e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou presencialmente no endereço Rua Timbiras 2595 - Santo Agostinho- BH/MG.

 

Custo Homologação

Diante da recente mudança nas Leis Trabalhistas, informamos que a partir do dia 01/12/2017 o SINTAPPI-MG cobrará uma taxa para o serviço de Homologação.

Para mais informações acesse o menu SERVIÇOS -  HOMOLOGAÇÃO ou converse com um dos nossos atendentes através do telefone (31) 3303-7500 ou pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

 

 

A REFORMA TRABALHISTA

A REFORMA TRABALHISTA

por Renato Luiz Pereira

No dia 11 de novembro começará a vigência de Lei 13.467/2017, também chamada Reforma Trabalhista.  
Induzidos pela grande mídia, muitos empregados acreditam que haverá aumento de emprego. Alguns até comemoram, pois no mês de março de cada ano não mais haverá o desconto de um dia de trabalho para bancar a estrutura sindical. Mas, os empregados não sabem a tragédia que ocorrerá a partir da vigência da referida Lei.


HORAS EXTRAS: não haverá mais pagamento de horas extras, pois o empregador poderá exigir que o empregado compense sua jornada no prazo de seis meses. O empregado poderá trabalhar 10 horas em um dia e menos horas em outro dia, sem receber um centavo a mais.


JORNADA: o empregador poderá adotar a jornada de 12x36h sem pagar qualquer verba pelo trabalho em domingos e feriados.


INTERMITENTE: o patrão poderá, inclusive, adotar o trabalho intermitente (convocar o trabalhador para trabalhar algumas horas por dia), podendo pagar-lhe o valor atual de R$ 4,26 a hora.


TELETRABALHO: haverá o teletrabalho, sendo o empregado  o responsável por arcar com todo o custo.


HOMOLOGAÇÃO: não haverá mais homologação da rescisão do contrato de trabalho no Sindicato.


TERCEIRIZADOS: poderão ser contratados autônomos e terceirizada qualquer atividade da empresa.


PROPAGANDA AMBULANTE: o empregador poderá inserir propaganda no uniforme do empregado e este terá todo o custo de sua higienização.


DEMISSÕES EM MASSA: as demissões em massa não mais necessitarão de acordo com os Sindicatos.


SUPRESSÃO DO ACT: Na data base de cada ano, o empregador poderá suprimir todos os direitos da Convenção ou do Acordo Coletivo anterior, pois os mesmos perderão a vigência. Como desde 1994 não há lei obrigando o empregador a reajustar os salários, além de perder os benefícios na data-base, os empregados ainda ficarão sem reajuste salarial.


SINDICATOS: Como não haverá mais desconto do valor do dia de trabalho em março, as entidades sindicais, dependentes de tais valores, deixarão de existir e não haverá mais quem organize as campanhas salariais, negocie com os empregadores, realize reuniões perante o Ministério do Trabalho, Ministério Público do Trabalho e suscite Dissídio Coletivo de Trabalho.


Não haverá mais quem dirija os movimentos grevistas para veicular o Dissídio Coletivo. A representação dos empregados criada pela referida lei não pode substituir os Sindicatos e não tem poderes e competência para tais atos.
O acesso do trabalhador à Justiça do Trabalho terá sérias restrições. Com a Reforma, todos os empregados, inclusive os chefes e comissionados,  estarão no mesmo barco.  
Somente existirá  uma saída capaz de evitar a tragédia da redução dos direitos: a união e organização nos locais de trabalho!  
É preciso resgatar o sindicalismo livre, não dependente do Estado e do empregador. É preciso filiar em massa os trabalhadores à entidade sindical, eleger sindicalistas comprometidos e exigir trabalho árduo dos eleitos.
A manutenção da estrutura burocrática das entidades sindicais deverá ser amplamente discutida com os filiados.  O financiamento da entidade sindical deverá ser obra dos próprios trabalhadores e a cassação dos mandatos dos dirigentes também!

 

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