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SINTAPPI-MG em defesa dos direitos dos trabalhadores da EPAMIG

Apresentando um dossiê completo, elaborado em uma reunião realizada no dia 28/11/14 com os Presidentes de Associações de Empregados das Unidades Descentralizadas da EPAMIG, Delegados Sindicais e Diretores do SINTAPPI-MG, sobre as deficiências existentes nas unidades, bem como a gravidade dos problemas e reflexos na execução das atividades, o Sindicato reforçou o comprometimento de maior parte dos trabalhadores para com o papel que a mesma possui na sociedade. Para os representantes sindicais, a urgência não está apenas no cumprimento do Acordo Coletivo e valorização do trabalhador, que é o mínimo esperado, mas sim numa administração que esteja empenhada na melhoria da Empresa como um todo: responsabilidade financeira, infraestrutura e engajamento social. 

Com o documento apresentado pelo SINTAPPI-MG e dados levantados por ele mesmo, o Exmo. Secretário define que “a EPAMIG está na UTI” e que “o rumo que a Empresa está tomando não reflete o objetivo de Empresa”. Ciente da importância das pesquisas lá desenvolvidas para o Estado, João Cruz sustenta que quer a EPAMIG como “Empresa geradora de tecnologia”. Tecnologia essa fundamental para uma das maiores atividades econômicas do Estado, a agropecuária. “Do jeito que está a EPAMIG, esta deixa de prestar um bom trabalho com pesquisas e o agricultor deixa de ter qualidade no produto. Não se pode negligenciar que 1/3 do faturamento do Estado vem dessa atividade”, assegura o Secretário. 

Com relação aos recursos para se realizar as mudanças e investimentos necessários, o Secretário afirma que, atualmente, menos de 1% do orçamento de Minas Gerais é destinado à área e que sua luta será para que a agropecuária tenha prioridade orçamentária, melhorando, assim, a situação dos trabalhadores. “O número de trabalhadores da EPAMIG afastados por atestado médico, por exemplo, reflete o atual cenário da atividade em Minas e reverbera na qualidade dos serviços prestados”, afirma João Cruz. Ainda segundo o secretário, “a EPAMIG tem papel importante nisso tudo e resgatar a autoestima dos empregados da Empresa é imprescindível para que o Estado continue sendo referência na produção agrícola e pecuária”. 

O Diretor Antônio Arcanjo sustentou que “os trabalhadores da EPAMIG são, de fato, apaixonados pelo que fazem e é por isso que se desdobram para fornecer um serviço de qualidade. Caso contrário, nas condições em que estão trabalhando, ninguém permaneceria”. Mostrando-se ciente da situação, João Cruz disse que “os gestores precisam ter um olhar mais carinhoso para com a EPAMIG.” A situação do Instituto Cândido Tostes também foi pautada e definida como prioridade pelos Diretores do SINTAPPI-MG. Sobre o assunto, além de demonstrar preocupação, o Secretário se mostrou disponível para novas reuniões e convidou a representação Sindical a acompanhar as conferências do Estado para decidir sobre os eventos de laticínios. “O Congresso de Laticínios de Juiz de Fora tem importância histórica”, afirma, reforçando que toda colaboração dos trabalhadores será bem-vinda. Quanto ao CT/ITAC, a transferência para o Instituto Federal está sendo reavaliada, com o objetivo de não prejudicar os trabalhadores da unidade.

O Deputado Rogério Correia se comprometeu a acompanhar a situação dos trabalhadores da EPAMIG e se colocou à disposição para participar de reuniões com a Empresa, caso necessário. 

O SINTAPPI-MG reforça que está, de todas as formas, trabalhando para garantir os direitos dos trabalhadores diretamente afetados pelas últimas gestões da EPAMIG.