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Pele amarelada, excesso de peso, má postura e cabelo ralo – esses são os efeitos mais visíveis do "home office"

Trabalhar em casa por muito tempo pode comprometer o bom funcionamento do organismo. Os efeitos dos maus hábitos adquiridos durante o isolamento imposto pela pandemia do novo coronavírus estão descritos em um estudo recém-lançado, por médicos da farmacêutica britânica LloydsPharmacy.

 

Segundos os pesquisadores, os impactos  podem ir da mudança do cor da pele pela falta de sol ao ganho de peso por causa do sedentarismo e a problemas na coluna, entre os problemas mais  visíveis  e comuns. Se nada for feito para combater os maus hábitos adquiridos durante a pandemia, alertam os médicos, os comprometimentos de hoje podem se manter no longo prazo, por até cinco anos.

 

Outros efeitos adversos do "home office" não podem ser notados na imagem da simulação da LloydsPharmacy, mas, eles estão lá, advertem os autores do estudo. A  deterioraçao da visão, a queda de cabelo e os dentes cerrados por causa da tensão --sobretudo, o bruxismo, durante a noite. Impossível não considerar o estresse e a ansiedade, a queda na libido, a falta de vitamina D e a má qualidade do sono.  

 

Os médicos ingleses lembram que o problema não está em trabalhar em casa, mas como trabalhar. Evite, por exemplo, levar o computador para a cama ou para o sofá. Levante-se regularmente, em pequenos intervalos, para se alongar.  Kieran Seyan, da LloydsPharmacy, diz que a pandemia forçou a uma das mais radicais  mudanças de comportamento já experimentadas pelos seres humanos. “Os novos hábitos e rotinas, que resultaram de restrições de bloqueio, como trabalhar em casa, aumentar o tempo de tela e a falta de motivação para se exercitar, podem ser configurados para permanecer”, afirmou. 

 

“É importante que as pessoas entendam que essas mudanças negativas podem estar afetando a saúde individual e o bem-estar mental. Encorajamos pequenas mudanças que fazem uma diferença positiva, ajudando as pessoas a se sentirem em forma e saudáveis ​​para o futuro", acrescentou o médico Seyan. 

 

FONTE: ÉPOCA NEGÓCIOS - GLOBO.